quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

NÃO!!! OLHA QUE NÃO FOI FILME.


O que se segue é uma cópia de um artigo escrito por Sebastian Vilar Rodríguez, escritor espanhol, publicado num jornal espanhol. Não necessita de muita imaginação para associar a mensagem ao resto da europa, possivelmente ao resto do mundo.
O que realmente morreu em Auschwitz?
Percorrendo as ruas de Barcelona, de repente descobri a terrível verdade:
   A europa morreu em Auschwitz...
Matámos seis milhões de judeus e substituímo-los por 20 milhões de muçulmanos. Em Auschwitz queimámos uma cultura, pensamento, criatividade, talento. Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido porque produziram grandes e maravilhosas pessoas que mudaram o mundo.
A contribuição dessas pessoas é sentida em todas as áreas da vida:
Ciência, arte, comércio internacional e, acima de tudo, como consciência do mundo.
Estas foram as pessoas que queimámos. E sob a presunção de tolerância e porque quisemos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devidos à relutância em trabalhar e orgulhosamente sustentar as suas famílias.
Eles explodiram os nossos comboios e mudaram as nossas belas cidades espanholas para o 3º mundo afogando-as em imundice e crime.
Fecham-se em apartamentos que recebem grátis do governo, planeando a matança e destruição dos seus ingénuos hóspedes. E isto, para nossa desgraça, trocámos cultura por inimizade fanática, habilidade criativa para habilidade destrutiva, inteligência para a regressão e superstição. Trocámos a procura da paz dos judeus da europa com seu talento para um futuro melhor para seus filhos, o seu determinado apego à vida porque a vida é sagrada, pelos que procuram a morte para pessoas consumidas pelo desejo da morte para si mesmos e para os outros, para as nossas crianças e para as deles.
Que erro terrível foi feito pela pobre Europa. Recentemente, a Grã-Bretanha debateu a remoção do holocausto do currículo escolar porque ofende a população muçulmana que pretende que nunca tenha existido.
Por agora ainda não foi removido. No entanto é um presságio assustador do medo que está a dominar o mundo e de quão fácil se está a tornar cada país ceder a esse medo. Passaram cerca de setenta anos depois da segunda grande guerra. Agora, mais do que nunca, com o irão entre outros negando o holocausto, que dizem ser um mito, é imperativo fazer:
"que o mundo nunca esqueça"

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