terça-feira, 27 de dezembro de 2016

"... 669 milhões SÓ da electricidade ..."


A Energias de Portugal (EDP) antiga denominação Electricidade de Portugal é uma empresa do sector energético, verticalmente integrada, com uma posição consolidada na Península Ibérica, quer ao nível de produção, distribuição e comercialização de electricidade, como de gás. A EDP está cotada no índice PSI-20.
O grupo EDP tem hoje uma presença forte no panorama energético mundial, estando presente em países como Portugal, Espanha, França, Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Bélgica, Polónia, Roménia e Brasil, contando com mais de 10 milhões de clientes e mais de 12 mil colaboradores em todo o mundo.
Em meados da década de 1980 a rede de distribuição da EDP cobria 97% do território de Portugal continental e assegurava 80% do fornecimento de energia eléctrica em baixa tensão. Em 1991, o Governo decidiu alterar o estatuto jurídico da EDP, de Empresa Pública para Sociedade Anónima.
CONSEGUES PERCEBER, PORQUE OS DESGOVERNANTES A TORNARAM NUMA SOCIEDADE ANÓNIMA ?
Faz-me lembrar esta bela (também não portuguesa) Feira Popular do vídeo
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ANDA TUDO A ROUBAR
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

FELIZ NATAL

Desejo a todos os familiares e aos amigos reais ou virtuais, um FELIZ NATAL, realmente Feliz e verdadeiramente Natal, porque se ele assim for, é a festa do nascimento de um MESTRE que nos ensinou o amor, o perdão, o respeito pelos outros, a fraternidade, a humildade, a fuga das tentações do exibicionismo de coisas supérfluas que geram o materialismo e a arrogância. Aqueles que se orientarem pelas suas lições serão abençoados com um NOVO ANO pleno de paz espiritual, de felicidade e sem ansiedades doentias.
Estes são os meus desejos para todos vós a fim de contribuirmos para um Mundo Melhor onde todos sejamos muito felizes. Oxalá recebam a luz que nos ilumine o espírito, por forma a escolhermos o melhor caminho. Abraços apertados à volta dos melhores ideais.

                                                                     A João Soares

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

€uropa… E, para assinalar os 30 anos


Por iniciativa portuguesa, a ementa do almoço de trabalho dos chefes de Estado e de Governo da UE fica a cargo dos chefs José Avillez e Pepe Solla, ambos estrelas Michelin, que em conjunto cozinharão uma refeição ibérica, que o primeiro-ministro António Costa disse acreditar que transmitirá um sinal positivo e ajudará as discussões. ( ??? )
Na tradicional carta-convite dirigida aos 28 líderes europeus a cimeira, que desta feita começa mais cedo, de modo a que os trabalhos decorram apenas num dia, ao contrário dos habituais dois dias de sessões, o presidente do Conselho, Donald Tusk, indicou que a ideia é abordar toda a agenda até ao início da noite (!?!?!), pois seguir-se-á um jantar de trabalho informal a 27, já sem a primeira-ministra britânica, Theresa May, para nova discussão sobre as negociações para a saída do Reino Unido do bloco europeu.

ORA… BEM BEBIDOS e BEM COMIDOS
Deixo este vídeo para “eles”
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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

O PLANETA e os CONTROLADORES

A primeira “conferência” dos Bilderbergs realizou-se em Maio de 1954, desde então esta organização secreta realiza todos os anos em diversas cidades europeias e norte americanas, “conferências”. Os Bilderbergs todos os anos preocupam-se em convidar as figuras mais poderosas ou futuros aliados, na execução da estratégia de dominação, para as suas intrínsecas maquiavelices.
No início de Junho de 1999, realizou-se na Penha Longa, Sintra, uma “conferência” dos Bilderbergs.
Entre os participantes desta 47ª conferência estavam pelo menos estes “portugueses”:
Francisco Pinto Balsemão, Jorge Sampaio, Artur Santos Silva, Ricardo Salgado, Nicolau Santos, Vasco de Melo, Marçal Grilo, João Cravinho e Joaquim Ferreira do Amaral.
De acordo com algumas fontes, os Bilderbergs pagaram milhões de dólares ao governo Português para este disponibilizar forças militares, policiais e helicópteros para localizar intrusos, de modo a “protegerem o seu secretismo”, pois a segurança nos encontros dos Bilderbergs é algo que nunca falta.
DANIEL ESTULIN LIXOU-OS e LIXA-OS COM F (enorme) J
ENTREVISTA A DANIEL ESTULIN =>: https://youtu.be/iBkQwRc58oU
E COMO NÃO HÁ COINCIDÊNCIAS =>  Querem ver só em Portugal ???
Durão Barroso participou num encontro da Bilderberg quando era ministro dos Negócios Estrangeiros. Foi Presidente do PSD e Primeiro-ministro Português, foi presidente da Comissão Europeia e, actualmente CEO na Goldman Sachs Group.
António Guterres participou no encontro de 94 em Helsínquia, Finlândia. O ex-Primeiro-Ministro, deputado da Assembleia da República, pelo Partido Socialista, com mandato suspenso e ex-Vice-Presidente da Internacional Socialista, organização que agrupa mais de cem partidos e organizações socialistas e sociais-democratas à escala mundial. Actualmente é como sabemos o secretário-geral das Nações Unidas.
 
 
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sábado, 10 de dezembro de 2016

a comemoração“FESTEJO” de 40 anos


                              I
As sarnas de barões todos inchados, Eleitos pela plebe lusitana,
Que agora se encontram instalados
Fazendo o que lhes dá na real gana,
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se do quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram...!

                             II
E também as jogadas habilidosas Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas
Desprezam quem de fome vai chorando...!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte...!

                          III
Falem da crise grega todo o ano...! E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano
Votaram no refugo que elegeram...!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Com a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta...?

                        IV
E vós..., ninfas do Coura onde eu nado, Por quem sempre senti carinho ardente...!
Não me deixeis agora abandonado,
E concedei engenho à minha mente,
De modo a que possa, convosco ao lado,
Desmascarar de forma eloquente...!
Aqueles que já têm no seu gene,
A besta horrível do poder perene...!
                                                                    Luís faz de Camões

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

UM “RETRATO” DE FIDEL CASTRO


Durante os meus estudos na Universidade de Bruxelas, escrevi dois trabalhos sobre Cuba e a sua Revolução. Passadas várias décadas, quis o destino que eu fosse nomeado embaixador de Portugal em Havana, onde fiquei cinco anos. Neste período de tempo, tive a oportunidade de ter um relacionamento próximo com Fidel Castro, com a sua mulher e com alguns dos seus filhos. A natureza deste relacionamento permitiu-me ser uma testemunha privilegiada de alguns episódios com ele relacionados e de traços da sua personalidade.
Poucos dias após a minha chegada a Cuba, jantei com Fidel Castro, na companhia do então ministro da Economia, Pina Moura, e do empresário Américo Amorim. Iniciada às 21.30, a refeição terminou perto das seis da manhã, quando o ministro teve de recordar a Fidel que tinha de tomar um avião para o México dentro de três horas. As largas horas passadas com Fidel revelaram-me um Homem inteligente e perspicaz, amável, grande conversador, demonstrando um conhecimento profundo sobre todos os assuntos abordados. O Fidel que eu começava a descobrir pouco se ajustava ao que tinha lido ou ouvido sobre ele.
Fidel possuía um enorme carisma e um grande poder de sedução, ao qual era difícil resistir. Presenciei a visita a Cuba de numerosas personalidades portuguesas, representando vários quadrantes políticos. Todos sem excepção pretendiam ser recebidos por Fidel Castro e quando o ambicionado momento chegava, não resistiam a pedir-lhe para tirar uma fotografia a seu lado.
Em 1999, no seguimento do massacre do cemitério de Santa Cruz, em Timor Leste, o representante de Cuba nas Nações Unidas fez uma intervenção no Conselho de Segurança, apoiando a Indonésia. O Governo português, naturalmente, reagiu muito mal a esta tomada de posição, tendo o ministro dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama, cancelado a visita do seu homólogo cubano a Lisboa, prevista para alguns dias depois. Encontrava-me numa recepção na Embaixada do México, quando o chefe do Protocolo cubano me chamou à parte para me dizer que Fidel Castro me convidava para jantar nessa mesma noite. Perante o inesperado convite, perguntei ao meu interlocutor qual era razão deste e quem eram os outros convivas. Respondeu-me apenas que eu era o único convidado.
Quando cheguei ao Palácio da Revolução, onde reinava um profundo silêncio, estavam apenas presentes um funcionário que me conduziu ao gabinete de Fidel e uma empregada que serviu o jantar. Fidel foi directo ao assunto que o levara a convidar-me, dizendo-me ter conhecimento de que o Governo português não tinha apreciado a intervenção do embaixador cubano e que cancelara a visita do chefe da diplomacia cubana a Lisboa. Confirmei o que me disse e, com respeito, disse-lhe que Cuba lamentavelmente estava do lado errado, ao apoiar um regime que oprimia o Povo de Timor Leste. Fidel Castro, depois de me dizer que Portugal era o último país do mundo com quem Cuba desejava ter um contencioso, perguntou-me como poderíamos encontrar uma solução para o problema. Após sucessivas conversas telefónicas com o gabinete de Jaime Gama e com o ministro cubano, que se encontrava em Madrid, propus a Fidel que o seu Governo divulgasse um comunicado afirmando que a posição cubana tinha sido mal interpretada e que Havana não apoiava a Indonésia. Fidel começou imediatamente a redigir ele próprio o texto e ao terminar, leu-mo. Eram duas da manhã quando me despedi de Fidel e no dia seguinte, o comunicado estava em todos os jornais. O convite de Fidel, o modo como me recebeu e o respeito com que me ouviu, parecia contradizer a imagem que alguns lhe atribuíam de ser um dirigente autoritário e intransigente.
Fidel Castro era uma pessoa espartana e desapegada dos bens materiais. Interrogado sobre os bens que possuía, respondeu que quando morresse, teria a glória de não ter um único dólar numa conta bancária ou uma propriedade em seu nome. Fidel vivia nos arredores de Havana numa moradia modesta de um só piso. Utilizava um Mercedes preto dos anos setenta e o avião em que viajava era um velho Iliuchine. Quando um dia lhe chamaram a atenção para o perigo de utilizar um avião com tantos anos, respondeu que não se podiam gastar milhões de dólares na compra de uma nova aeronave, quando esse dinheiro poderia ser utilizado em hospitais e em escolas. Após cessar funções, Fidel entregou à cidade de Havana os 17.000 presentes que recebeu enquanto foi Chefe de Estado, afirmando: “Não pensem aqueles que me ofereceram os presentes que eu não os apreciei. Pelo contrário, foi por apreciá-los que os entreguei ao acervo de Havana”.
Apesar do papel desempenhado por Fidel Castro durante várias décadas, não há em Cuba o culto da sua personalidade. Não existem estátuas, nem ruas ou praças com o seu nome. A sua efígie não aparece em moedas ou em selos, e sempre recusou que lhe fosse atribuída qualquer condecoração. Estas homenagens estão reservadas aos heróis já desaparecidos, como José Marti, Camilo Cienfuegos e Che Guevara.
Fidel Castro foi numerosas vezes acusado de reprimir a liberdade religiosa. No entanto, fui convidado por ele para assistir à inauguração de uma igreja ortodoxa no centro de Havana. O terreno para a igreja tinha sido oferecido pelo Estado cubano e a sua construção paga com contributos de cidadãos norte-americanos de origem grega, no seguimento de uma iniciativa do ex-rei Constantino, que esteve presente, ao lado de Fidel Castro, na cerimónia. Tive, ainda, a oportunidade de assistir à inauguração por Fidel, de um convento destinado à Ordem das irmãs brigiditinas, num edifício que o Estado cubano disponibilizou e restaurou.
Fidel tinha um sentido de humor acutilante. Durante a visita de uma delegação parlamentar portuguesa, presidida por Almeida Santos, o dirigente cubano ofereceu-lhe um almoço. Perante o facto de Fidel falar com profundo conhecimento sobre todos os assuntos abordados, o Presidente da Assembleia da República perguntou-lhe se havia alguma coisa que ele não soubesse. Resposta de Fidel: “Há uma coisa que eu não sei: é estar calado”. Quando o almoço já se prolongava há mais de cinco horas, Almeida Santos recordou a Fidel que tinha conhecimento de que ele viajava naquela mesma noite para a Venezuela, a convite de Hugo Chávez, e que a delegação não queria tomar-lhe mais tempo. Fidel respondeu-lhe: “Já compreendi. Estás cansado de me ouvir”.
Fidel Castro apreciava a companhia da família. Reunia regularmente para almoçar os cinco filhos que tinha com Dália Sotto del Valle, que conheceu em 1961, e os numerosos netos. Dália era uma senhora distinta e amável, que nunca aparecia em público e, de ser tão discreta, apenas o círculo mais próximo do Presidente sabia da sua existência. Os filhos do casal não tinham qualquer cargo político ou no aparelho de Estado. Exerciam as profissões de médico, físico nuclear, engenheiro informático, e um deles era operador de câmara na televisão cubana. Dália disse-me que Fidel sempre fez questão de proteger a família e de a manter afastada da vida pública e dos olhos do mundo.
Penso que Fidel era admirado e respeitado por uma grande parte do Povo cubano. A este propósito, recordo o que Almeida Santos escreveu após uma visita a Cuba: “Falei com muita gente. Como se imagina, já não sou facilmente ludibriável. Pois bem, regressei convencido de que continua elevado o grau de popularidade de Fidel”. As centenas de milhar de pessoas que vimos desfilar nos últimos dias na Praça da Revolução e ao longo da estrada que liga Havana a Santiago de Cuba, para lhe prestar uma derradeira homenagem, parecem prová-lo.
Passaram apenas alguns dias sobre a morte de Fidel Castro. Em todos os cantos do mundo, assiste-se a comentários e debates nas televisões, à publicação de artigos e a declarações múltiplas sobre a sua personalidade. Isto demonstra, independentemente da opinião que cada um possa ter a seu respeito, que Fidel é, além de uma lenda, uma das personalidades mais conhecidas e marcantes da segunda metade do século 20.
Nestes dias, testemunhei comportamentos distintos em relação a Fidel Castro. Na televisão, vi com alguma incredulidade um grupo de cubanos residentes em Miami cantar e dançar para celebrar a sua morte. Quando me desloquei à Embaixada de Cuba para assinar o livro de condolências, e contrastando com a cena de Miami, vi chegar cerca de vinte africanos com T-shirts com a efígie de Fidel. De origem modesta, tinham chegado a Cuba para estudar, quando eram jovens adolescentes, idos dos seus países, onde a vida pouco ou nada lhes reservava. Eram médicos, engenheiros, investigadores e professores que, com discursos emocionados e chorando a morte de Fidel, como de um familiar se tratasse, tinham vindo prestar-lhe uma última homenagem e expressar-lhe e a Cuba, a gratidão por eles lhes terem dado os meios para serem cidadãos responsáveis e destacados profissionais.
É difícil e precipitado fazer neste momento um julgamento isento sobre Fidel Castro e sobre o papel que foi o seu. Por outro lado, qualquer apreciação que possa ser feita dependerá muito do posicionamento ideológico de quem a faz. O passar do tempo, que concede serenidade e faz esbater paixões e ódios, permitirá um dia à História julgá-lo, sendo então possível verificar se esta, como Fidel disse um dia, o absolverá. Poder-se-á, então, saber se a memória que permanece de Fidel, é a de um líder autoritário ou a de um homem notável e profundamente patriota, que dedicou toda a sua existência ao combate por uma Cuba independente e soberana. Perante as críticas que alguns fazem à Revolução cubana, Fidel disse um dia: “Meditem como este pequeno país pôde, durante quase meio século, resistir às investidas da mais poderosa potência. Isto só foi possível com base nos princípios, nas ideias e na ética”.
*Escrito por Alfredo Duarte Costa Embaixador de Portugal em Cuba de 1999 a 2004.

EX - MINISTRO DE HOLLANDE É... CONDENADO A 3 ANOS DE PRISÃO


A Justiça frncesa  DÁ UMA BOA LIÇÃO ÁS DE VÁRIOS PAÍSES DA UNIÃO EUROPEIA em alguns dos quais os políticos podem fazer tudo o que satisfaça a sua ambição e vaidade, porque estão cobertos por uma capa anti-tudo chamada imunidade e impunidade. E, depois, como as pessoas mais simples e ingénuas gostam de ter os eleitos como modelos de virtudes, o resultado é a baralhada daí consequente.
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CARO AMIGO JOÃO, EM PORTUGAL A JUSTIÇA NÃO EXISTE PARA OS POLÍTICOS/LADRÕES

Desculpe escrever, internamente, neste seu “post” mas… se assim continuarmos, infelizmente e já em estado de caos, a justiça terá de ser aplicada pelo povo, tal como neste vídeo (1m e 5s) da Indonésia; o que não augura nada de bom para o País Portugal !
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Ah a "baralhada" a que se refere poderá, INFELIZMENTE, dar nisto.

Os BANKSTERS = Banker + Gângster


Banker (aliciador integrante em Y) + Gângster (membro de X semelhante à máfia)
Veja esta entrevista, no vídeo, a Marc Roche
[Autor entre outros, de “O Banco - Como o Goldman Sachs Dirige o Mundo (Para mim   o Planeta Terra) e do livro “Banksters
 
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

JUVENTUDE PROMISSORA

Jovem com respeito pelos idosos

Pelas 08h30 de hoje, 5 de Dezembro, abeirei-me do vidro da marquise e olhei para o exterior, como normalmente, para ver os macaquinhos mais madrugadores do Zoológico. Vi uma senhora de idade avançada agasalhada num casaco comprido preto, ligeiramente curvada, devagar e a usar a sua bengala passo a passo mas sem coxear. Como o passeio é estreito seguia pelo meio.
Atrás, seguindo no mesmo sentido aproximava-se um rapaz de pouco mais de 20 anos, a passo largo. Iria ultrapassar a idosa dentro do meu campo de visão e esperei para ver como iria passar pela senhora e que incómodo lhe iria dar. Cerca de 10 metros antes de a alcançar, passou pelo intervalo dos carros estacionados em longa fila contínua e continuou a sua progressão ao longo dessa fila pela faixa de rodagem, contra o sentido de trânsito, até que, cerca de 10 metros depois de passar pela senhora, aproveitou outro intervalo mais cómodo e reentrou no passeio para continuar a sua progressão.
A isto chama-se ética, civismo, respeito pelos outros. Senti-me feliz durante todo o dia com este caso que demonstra que a juventude não consta apenas de malandros, pois há casos como este que nos dão grande esperança de a sociedade estar a recuperar do estado de degradação em que se encontra pela mão da geração anterior à de este jovem. E, aproveito para referir que, há dias, no primeiro patamar da descida das escadas para o Metro escorreguei no piso molhado e caí, batendo com a anca esquerda, mas sem gravidade. Um casalinho jovem acorreu a perguntar como me sentia e se precisava de ajuda. Como não quis outro socorro, ajudaram-me a pôr de pé e ampararam-me nos degraus seguintes. HÁ SINAIS POSITIVOS QUE JUSTIFICAM ESPERANÇA NO FUTURO da Sociedade que desejamos harmoniosa, pacífica e solidária.


Stephen Hawking fala sobre o Planeta

 
O BREXIT e TRUMP
Além da obesidade, há duas outras realidades actuais, de índole política, que preocupam Stephen Hawking, respectivamente o Brexit e a vitória de Donald Trump nas eleições para a presidência dos EUA.
Para o físico, é evidente que estes dois momentos ilustram um grito de raiva das pessoas que acharam que tinham sido abandonadas pelos seus líderes”, conforme expressa num artigo de opinião no jornal inglês The Guardian.
“Foi, e toda a gente parece concordar, o momento em que os esquecidos falaram, encontrando a sua voz para rejeitar o conselho e a orientação dos especialistas e das elites em todo o lado”, escreve ainda Stephen Hawking, notando que ele próprio alertou que o Brexit seria um “passo atrás”, nomeadamente para a Ciência do Reino Unido.
Mas agora, o que importa é “a forma como as elites reagem”, diz, realçando que rejeitar pura e simplesmente as escolhas feitas ou tentar “contornar ou limitar” essas opções, seria “um erro terrível”.
A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL e A INTERNET
Hawking, que ainda recentemente avisou que o apocalipse pelo impacto de um asteróide vai mesmo acontecer, depois de já ter tido que os humanos não vão sobreviver mais de mil anos na Terra, alerta agora, que a automatização da indústria, com o crescente uso de robôs e de máquinas para substituir os humanos, bem como o desenvolvimento da Inteligência Artificial, propiciam maiores desigualdades económicas.
“A Internet e as plataformas que ela possibilita permitem a pequenos grupos de indivíduos fazer enormes lucros empregando muito poucas pessoas. Isto é inevitável, é o progresso, mas também é socialmente destrutivo, constata o físico.
Stephen Hawking também sublinha que temos a tecnologia capaz de “destruir o planeta” onde vivemos, mas que ainda não conseguimos perceber como escapar disso.
Em jeito de recomendação para lidar com esta realidade perigosa que nos ameaça, o físico avisa que, com os “recursos cada vez mais concentrados nas mãos de poucos”, teremos que “aprender a partilhar muito mais do que no presente” e saber retirar lições do passado.
 
GEN-PEP ajuda a “falar” Stephen Hawking - Astrofísico Inglês
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domingo, 4 de dezembro de 2016

O presidente, R T Erdogan, da Turquia


Recep Tayyip Erdogan, Primeiro-ministro da Turquia entre 2003 e 2014 (11 anos como primeiro-ministro) e desde 28 de Agosto de 2014 Presidente da Turquia, “APERTA” DELIBERADAMENTE COM A EUROPA:
Os DESgovernantes europeus ficam a assobiar para o lado.
VÍDEOS DESTA EUROPA MORIBUNDA:
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Veja as INculturas dos povos:
http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2016/11/as-inculturas-dos-povos.html

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

"ADORA" há um sistema único no País




Este sistema, único no País é oriundo da Eslovénia, reconhece gestos pré-definidos e permite aos Ortopedistas a manipulação de exames de imagiologia no computador, sem abandonarem o paciente que está a ser intervencionado.
Filipa Pires, medica ortopedista interna do hospital da Guarda elogiou o equipamento informático que permite fazer intervenções cirurgias de ortopedia.
O diretor Clínico da ULS da Guarda, Gil Barreiros também se pronunciou sobre o novo equipamento para manifestar a satisfação, uma vez que começou a funcionar, em fase experimental, a 26 deste mês, dia em que se realizaram na cidade as Jornadas Ibéricas de Ortopedia.
O conhecimento da ciência devia ser utilizado para o benefício da Humanidade
Pois todo o conhecimento é inofensivo, quem o usa é que não...