domingo, 26 de abril de 2015

E... Assim retribuem entes canalhas

O Capitão Fernando José Salgueiro Maia na madrugada de 25 de Abril de 1974, na parada da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém perante 240 militares:
“ Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui! “  Até neste seu pequeno discurso se pode ver que era um Homem de Liberdade, nada impondo aos seus subordinados.
Todos os 240 homens que ouviram estas palavras, formaram de imediato à sua frente. Assim, com estes 240 homens, comandou a coluna de blindados que, vinda de Santarém, montou cerco aos ministérios do Terreiro do Paço em Lisboa, forçando, já no final da tarde, a rendição de Marcelo Caetano, no Quartel do Carmo. O Capitão Salgueiro Maia, homem de palavra, escoltou ainda Marcelo Caetano ao avião que o transportaria para o exílio no Brasil. 


Desgoverno de fascistas da pior espécie, acolitados pelo líder em Belém! O renascer do fascismo em Portugal, no pós 25 de Abril de 74 nunca esteve tão evidente.  LLLLLLLLLLLLLLLLLLL

A filha do capitão de Abril Salgueiro Maia, a viver no Luxemburgo há quatro anos, diz que foi “convidada” a sair de Portugal pelo primeiro-ministro Passos Coelho, lamentando a situação actual do país, que compara ao terceiro mundo. Catarina Salgueiro Maia, de 29 anos, deixou Portugal em 2011, ano em que a ‘troika’ chegou a Portugal e “em que o primeiro-ministro aconselhou as pessoas a ganhar experiência no estrangeiro” (filho da puta) , ironizou, recordando os apelos do Governo à emigração. Com o marido desempregado e um filho asmático, a filha do Capitão de Abril decidiu procurar trabalho no estrangeiro. “O meu marido esteve seis meses sem trabalho e foi quando decidimos arriscar. Ele tinha cá família e acabámos por decidir vir”, contou Catarina Salgueiro Maia à Lusa, durante um jantar de homenagem ao pai, organizado no sábado, 25 de Abril, pelo portal de notícias português Bom Dia.


 
 

sexta-feira, 24 de abril de 2015

o Homem que lutou (por ti) POR NÓS

O Capitão Fernando José Salgueiro Maia na madrugada de 25 de Abril de 1974, na parada da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém perante 240 militares:
“ Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui! “  Até neste seu pequeno discurso se pode ver que era um Homem de Liberdade, nada impondo aos seus subordinados.
Todos os 240 homens que ouviram estas palavras, formaram de imediato à sua frente. Assim, com estes 240 homens, comandou a coluna de blindados que, vinda de Santarém, montou cerco aos ministérios do Terreiro do Paço em Lisboa, forçando, já no final da tarde, a rendição de Marcelo Caetano, no Quartel do Carmo. O Capitão Salgueiro Maia, homem de palavra, escoltou ainda Marcelo Caetano ao avião que o transportaria para o exílio no Brasil.
Recusou, ao longo dos anos, ser membro do Conselho da Revolução, adido militar numa embaixada à sua escolha, governador civil do Distrito de Santarém e pertencer à casa Militar da Presidência da República.
 

Grande HOMEM, infelizmente, tinhas mais que razão.  LLLLLLLL

“simplesmente” o Zé

 

terça-feira, 21 de abril de 2015

MEXIA com os 1.644 euritos POR DIA

 
A EDP foi criada em 1976 através da fusão de 13 empresas que tinham sido nacionalizadas em 1975, então com o nome "Electricidade de Portugal".
Então, como empresa estatal, ficou encarregue da electrificação de todo o país, a modernização e extensão das rede de distribuição eléctrica, do planeamento e construção do parque electroprodutor nacional, e do estabelecimento de um tarifário único para todos os clientes.
Em meados da década de 1980 a rede de distribuição da EDP cobria 97% do território de Portugal continental e assegurava 80% do fornecimento de energia eléctrica em baixa tensão. Em 1991, o Governo decidiu alterar o estatuto jurídico da EDP, de Empresa Pública para Sociedade Anónima. Em 1994, depois de uma profunda reestruturação, foi constituído o Grupo EDP. ( O XI Governo Constitucional tomou posse a 17 de agosto de 1987, tendo sido constituído pelo Partido Social Democrata, com base nos resultados das eleições de 18 de julho de 1987. Terminou o seu mandato a 31 de outubro de 1991, na sequência do termo normal da legislatura. O XII Governo Constitucional tomou posse a 31 de outubro de 1991, sendo constituído pelo Partido Social-Democrata, com base nos resultados das eleições de 6 de outubro de 1991. Terminou o seu mandato a 28 de outubro de 1995, na sequência do termo normal da legislatura. Primeiro-Ministro Aníbal Cavaco Silva )
Em Junho de 1997 ocorre a primeira fase de privatização da EDP, tendo sido alienado 30% do capital. Foi uma operação de grande sucesso em que a procura superou a oferta em mais de trinta vezes, e pela qual mais de oitocentos mil portugueses (cerca de 8% da população) se tornaram accionistas da EDP.
Em 2013 a Parpública, empresa que gere as participações do Estado, vendeu as últimas ações detidas na EDP, num total de 4,144% do capital social da eléctrica, por 2,35 euros por ação, com um encaixe de 356 milhões de euros.
 

terça-feira, 14 de abril de 2015

... POBRE PAÍS = POBRE POVO ... 

Para quem diz que nunca foi notificado!?
 

 
É, NO MINIMO HILARIANTE, mas está condicente com a gentinha que vem DESgovernado o País e, a própria assembleia da “RESPUBLICA” que adormece ao colo dos lóbis.

 Razão tinha o Zeca (que não era comunista como dizem) era é HUMANO.