domingo, 30 de setembro de 2012

NOVA (des)ORDEM PLANETÁRIA :’(

O MERCADO VERDADEIRAMENTE é ISTO ;'(
Veja com atenção.  A “coisa” é muito clara.


Entretanto o povinho ainda acredita em eleições, novos governos e que vai derrubar/alterar por essa via [ ( CONTROLADA PELOS “senhores” DO $ e € ) CLUB BILDERBERG ] seja o que for… :’(

A VERDADE É ESTA:

UMA GUERRA MUNDIAL FINANCEIRA
para aplicar na totalidade a N.O.M.

A que eu, pessoalmente, chamo:

Nova (des)Ordem Planetária

http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/09/illuminati-de-paul-h-koch.html


sábado, 29 de setembro de 2012

Guerra Mundial Financeira


O Homem que disse toda a Verdade na TV

Sabe o que é a corrupção?
Já reparou nas múltiplas formas como se apresenta?
Não fica pelo envelope passado por debaixo da mesa.
Nem pelo «tacho» para um familiar.
É um fenómeno muito mais complexo na troca de favores e atenções que vão muito além da oferta de ROUBAlos e de ALHEIRAS.

Esteja atento e tente descortinar todos os indícios.

SINTA-OS !





 

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

PORTUGAL * BILDERBERGS


Ainda tens dúvidas que Portugal / U.E. são governados pelo Grupo dos Bilderbergs e não pelo DESgovernos eleitos ?!



Em Junho de 1999 D. CRISTO, estes “senhores” já estavam na REUNIÃO DO GRUPO BILDERBERG realizada no “Hotel Caesar Park” em Sintra.

Por ordem alfabética:
Amaral, Joaquim Freitas do Amaral => Deputado no Parlamento
Balsemão, Francisco Pinto => Prof. de Comunicação e Ciência - Universidade Nova; Impresa
Cravinho, João Cardona G. => Ministro da Administração e Planeamento do Território
Grilo, Eduardo C. Marçal => Ministro da Educação
Mello, Vasco de => Grupo José de Mello
Nabo, Francisco Murteira => Portugal Telecom
Salgado, Ricardo E.S. => Grupo Espírito Santo
Sampaio, Jorge => Presidente de Portugal
Santos, Nicolau => Editor do Expresso
Silva, Artur Santos => Grupo BPI

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

gentalha que DESGOVERNA


CORRUPTO

EXEMPLAR da espécie de gentalha que DESGOVERNA
 


Os outros são ainda piores !!!

O que concluem ?

A (des)VERGONHA DESTE PAÍS !!!


O Ministério da Saúde pode e deve limitar o acesso aos medicamentos mais caros para tratar doenças como a sida ou o cancro. Foi neste sentido que se pronunciou o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida.
Em entrevista à Antena 1, Miguel Oliveira da Silva, presidente deste órgão consultivo, afirma que "não só é legítimo como, mais do que isso, desejável". "Vivemos numa sociedade em que, independentemente das restrições orçamentais, não é possível, em termos de cuidados de saúde, todos terem acesso a tudo", diz.
"Será que mais dois meses de vida, independentemente dessa qualidade de vida, justifica uma terapêutica de 50 mil, 100 mil ou 200 mil euros? Tudo isso tem de ser muito transparente e muito claro, envolvendo todos os interessados", sustenta.
Segundo a Antena 1, no parecer solicitado pelo Ministério da Saúde o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida defende que o racionamento de tratamentos é legítimo e deve ser feito depois de ouvidos os médicos, os gestores e os doentes.
"É uma luta contra o desperdício e a ineficiência, que é enorme em Saúde", remata esse BANDALHO !  Miguel Oliveira da Silva


VEJAMOS:
 
Significado de Racionar =>
Estabelecer racionamento.
Distribuir em rações;


Significado de Racionalizar =>
Tornar racional.
Determinar, organizar segundo cálculos ou raciocínios;
Tornar mais eficaz e menos dispendioso um processo;


Significado de Raciocinar =>
Fazer raciocínios.
Buscar a verdade com auxílio da razão;
Procurar compreender as relações entre coisas e fatos;
Calcular:
Alegar razões relativamente a uma questão;
Encadear argumentos e fazer deduções;


E se houve alguns sinónimos de raciocinar que este “senhor” utilizou (?)  
Cogitar, considerar, cuidar, discorrer, matutar, meditar, pensar, ponderar, reflectir, ruminar (…)

Eu, ficararía pelo RUMINAR para não ir mais longe.
 
 
 
BANDALHOS SEM VERGONHA ;'(
 
 

VENDILHÕES do PAÍS e TROIKA


Primeiro-ministro diz que ajustamento não depende apenas do Governo
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2012/09/27/primeiro-ministro-diz-que-ajustamento-nao-depende-apenas-do-governo

 
 
 

Vejam o “esquema”


terça-feira, 25 de setembro de 2012

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

BASTA DE CORRUPÇÃO

A todas as mulheres e homens que estão pelos
VALORES DE TODOS OS SERES VIVOS
e DO PLANETA !
NÃO a estes “senhores QUE NOS TÊM DESgovernado
SEM "ESQUERDAS" NEM "DIREITAS" e sim
PELOS VALORES DO SER HUMANO,
COM UM REDONDO NÃO À FOME QUE SE AVIZINHA,
LUTEMOS TODOS JUNTOS CONTRA ESTA CORRUPÇÃO !
 

O capital financeiro, cuja ganancia não tem limites, desencadeou primeiro uma crise vendendo fraudulentamente produtos financeiros inexistentes. Depois conseguiu impor aos governos a factura dos seus próprios desmandos, para logo passar a especular sobre a dívida pública daí resultante.
Estamos agora entregues a capatazes insensíveis e desumanizados do mesmo capital financeiro que ganhou com a burla, continuou a ganhar com a especulação atacando país a país, até conseguir taxas de juro usurário.
As últimas medidas anunciadas mostram bem que se pretende agora aproveitar o momento para acelerar o processo de saque e de liquidação do Estado Social já iniciado, quando a conjuntura europeia se vem lentamente aproximando de soluções para o problema.
A esquerda que neste momento pode constituir a única barreira contra o desmantelamento do 25 de Abril tem de demonstrar capacidade de identificar o inimigo e a obrigação cerrar fileiras para o combater. Não o fazer será ser cúmplice da tragédia e abdicar do seu dever para com o país. Não poderá ser perdoada pelo campo democrático se continuar a colocar os seus interesses eleitorais e partidários acima dos interesses dos portugueses.
A hora é de emergência e não há tempo nem espaço para deixar avançar ainda mais um governo que já perdeu toda a legitimidade ao renegar por completo o seu programa eleitoral e desrespeitar a Constituição da República Portuguesa.
A gigantesca manifestação popular de 15 de Setembro demonstrou de forma inequívoca o repúdio da política de desastre virada contra as conquistas de Abril.
Para todos os que agora estão a empobrecer só haverá esperança se os partidos e organizações tiverem finalmente a lucidez de ultrapassar as suas divergências, para construir uma alternativa sustentável que torne possível uma mudança de governo.
Estamos tristes e cansados de ver empresas a fechar, centenas de milhar de desempregados sem qualquer apoio social, jovens que partem, o roubo aos pensionistas, a pobreza envergonhada, o desespero e a amargura enchendo as praças.
O silêncio resignado foi cortado pelo grito da revolta. Já não chega dizer basta!
O guião desta gente é o mesmo que levou à desgraça que se vive na Grécia.
É falso que não existam alternativas que permitam restaurar as finanças públicas sem destroçar o país.
É falso que esta política tenha tido algum sucesso, nem mesmo sequer no seu apregoado objectivo de resolver o problema do défice.
É falso que só depois de destroçar as empresas e reduzir à miséria os que vivem do seu trabalho, será possível fazer nascer dos escombros uma nova economia saudável.
É certo que precisamos de resolver problemas de fundo e eliminar gastos absurdos do Estado (como por exemplo os 31 veículos do gabinete do 1º ministro).
É certo que temos de ser nós mesmos a resolver os nossos problemas, mas não será por insistir numa receita falhada que o vamos conseguir.
Como contribuintes, também os votantes de esquerda pagam milhões a partidos e políticos para que se esforcem por encontrar soluções parlamentares estáveis que defendam os seus interesses. Sentimo-nos defraudados quando verificamos que o nosso voto tem sido utilizado para alimentar partidos que se têm revelado incapazes de se juntar para propor uma real alternativa aos governos de direita.
Os signatários fazem um apelo para que todos os partidos da oposição, sem excepção, sindicatos e outras organizações estabeleçam de imediato negociações para de forma concertada e eficaz pôr em prática a única agenda que interessa:
RESISTIR, LUTAR e MUDAR ESTE SISTEMA PODRE.
HONREMOS OS VALORES e PRINCÍPIOS DESTES
 VERDADEIROS HOMENS
P.S. * P.P.D./P.S.D. * C.D.S./P.P.

P.S. + P.P.D./P.S.D.
P.P.D./P.S.D. + C.D.S./P.P.
P.S. + P.P.D./P.S.D. + C.D.S./P.P.
P.S. + C.D.S./P.P.
P.P.D./P.S.D. + C.D.S./P.P.
Entre eles, com apoios à “direita” e à “esquerda” ficaram sempre pelo NADA!
FORAM SEMPRE CORRUPTOS
LIBERTA-TE
DOS 230 DEPUTADOS QUE ESTÃO NA ASSEMBLEIA
Nem meia dúzia se importa contigo/comigo
ACORDA e VÊ NESTE BLOGUE:

http://jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt/2012/09/dormindo-durante-venda.html

Problemas não se adiam, resolvem-se

Tenho recebido muitos comentários de pessoas afectas à área do Governo que, para aliviar a imagem deste, arranjam os mais variados pretextos para justificar o adiamento de situações problemáticas e graves, ou porque as causas vêem de trás ou porque as soluções são difíceis e custosas, exigindo coragem e sacrifícios de mordomias e privilégios.

Quanto às causas, é vulgar a insistência nos erros surgidos imediatamente após o 25 de Abril e agravados continuadamente pelos sucessivos governos. Dizem que os exageros da má governação atingiram o máximo no tempo de Sócrates, mas não querem aceitar que no actual Governo foi acelerado o agravamento da crise, com a austeridade, o desemprego, a fome, o encerramento de empresas, etc.

Ora, quer a causa esteja no Afonso Henriques, no 5 de Outubro, no 26 de Maio ou no 25 de Abril, a verdade é que o problema existe e está actualmente a sacrificar demasiado os portugueses mais carentes e desprotegidos, embora os mais poderosos e favorecidos pela política continuem com o seu luxo e espavento. Portanto, há que, sem demoras, já, se corte este vício de deixar o País deslizar velozmente para o abismo.

Não se pode deixar tal tarefa para os que hão-de vir, no futuro, porque, depois, as dificuldades serão maiores e de solução muito mais difícil. Custe o que custar, a tarefa compete aos actuais detentores do Poder. A solução tem que ser realizada já, hoje, agora, pois não admite adiamentos.

Mas há quem justifique a falta de decisões para eliminar fundações, observatórios, instituições diversas, empresas públicas e autárquicas e outros sistemas parasitários sugadores do cofre do Estado sem proporcional benefício para os cidadãos, porque tais eliminações obrigariam a indemnizações a «boys» e a «girls», por despedimento antes do fim do período de contrato. Isto é demagogia. Se tal critério fosse tão respeitado para todos os cidadãos, não haveria, hoje, tanto desemprego, pelo País fora. A racionalidade da vida diz que é preferível amputar uma perna gangrenada do que deixar que ela infecte todo o corpo e cause a morte. Com efeito, o benefício do desaparecimento de uma organização deficitária e sem utilidade efectiva (a não ser para os tachistas que alberga) acabará por, em breve prazo, cobrir as indemnizações e, depois traduzir-se em benefício financeiro para o orçamento e em vantagens para a moralização do sistema.

Parece não haver dúvidas nas linhas gerais deste raciocínio, mas começa a tornar-se evidente a ausência de patriotismo e verdadeira coragem dos políticos eleitos em exercício para defender os interesses nacionais e submeter-lhes os interesses pessoais, próprios e dos seus amigos, cúmplices e coniventes. Quando surgirá tal coragem? Quem será o heróico salvador de Portugal nesta data dramática?
A João Soares, 24 Setembro 2012

Imagem de arquivo

domingo, 23 de setembro de 2012

Muitas cigarras e poucas formigas

Costuma ser perda de tempo ler ou ouvir os ditos dos governantes porque, depois de espremido, sai apenas água e nem sempre potável. Mas há exceções e, agora, surge, talvez por descuido do Sr. Ministro Miguel Macedo, a afirmação de que Portugal é “um país de muitas cigarras e poucas formigas” (para ler o artigo faça clic no link). A frase tem muito de verdade e merece ser devidamente ponderada.

Em quantidade de pessoas, as formigas são mais numerosas e são as maiores, ou únicas, vítimas da voracidade das medidas de austeridade que não param de lhes sugar o tutano, para benefício das cigarras. Para mais, muitas formigas, na sua vontade de produzir, queixam-se de não as deixarem labutar para seu sustento e das suas famílias e estão confinadas ao desemprego.

Por outro lado, as cigarras (preguiçosas e improdutivas que não param de «cantar» na comunicação social e de explorar as formigas) , embora possam ser em menor quantidade do que as formigas, possuem uma voracidade que não se satisfaz com a total exploração das pobres formigas que pouco usufruem do muito que labutam.

Parece que o Sr. Miguel Macedo advoga a redução das cigarras e a melhoria das condições de trabalho das laboriosas formigas. Convém recordar-lhe que são bem conhecidos os enxames de cigarras a controlar e a reduzir: assessores, deputados, jotinhas, sanguessugas de fundações desnecessárias, peste ligada à invenção de «observatórios» e de instituições que, aparentemente, nada fazem de útil ou indispensável, mas que custam caro às formigas que constroem o «morro de salalé» do erário que alimenta todas as cigarras, PPPs, empreas públicas e autarquicas, etc.

Realmente, estando atento aos muitos e-mails que circulam com informação acerca das cigarras de luxo que abundam escandalosamente num País em crise, em que as formigas sofrem de carências vitais, é justo que se afirme com maiúsculas que somos «UM PAÍS DE MUITAS CIGARRAS E POUCAS FORMIGAS”, pois não há formigas que cheguem para alimentar toda ambição de ostentação das cigarras.


Imagem de arquivo

Padre Mário da Lixa e a austeridade



Trata-se de uma opinião desassombrada do Padre Mário Pais de Oliveira apoiada em fundamentos teológicos e texto bíblico, que vem enquadrar-se nas ideias contidas em notícias já conhecidas de que se citam, ao acaso:


Freitas do Amaral sugere imposto acrescido sobre os melhores salários

Alberto João Jardim diz que “a paciência das pessoas tem limites”

Alberto João Jardim quer mudança de regime

Ladrões já começam a assaltar as hortas 

CGTP propõe alternativas para o Estado arrecadar seis mil milhões sem cortes

 
 
 

sábado, 22 de setembro de 2012

DESgovernação...


Governança e Justiça

Acho que eles "não querem" perceber
NADA
O problema é que toda a vida institucional foi posta entre parênteses há uma semana. É inútil supor que as coisas passam porque as manifestações dispersam. Há alguma verdade nisso. Mas também é verdade que, em política – e não apenas em política - os estados de espírito enraízam-se e é neles que assentam muitas coisas. As revoluções também.
O que se pode formular como manifesto daquelas manifestações de dia 15 de Setembro é arrasador. E não há resposta possível dentro dos aparelhos político-partidários. Aquilo não foi uma catarse ocasional. De resto, o “que faremos agora?” traduz a atitude da generalidade dos que saíram à rua. E essa disponibilidade permanece em todas as ruas de todos os bairros. Há alternativas suficientes à imprensa (que já quase ninguém lê) para que a imprensa possa apenas fazer um quase nada quanto a isto.
Não foi uma manifestação contra a austeridade, porque, não pode chamar-se austeridade à solução em cujos termos toda a gente seria chamada a pagar – além dos limites de inviabilidade do seu sustento – um deficit que propriamente falando não houve nunca. Trichet disse-o com clareza em 2005: “Portugal não tem deficit, tem corrupção”. A isto responde a procuradora Cândida Almeida (em 2012) que o MP nada vê quanto à corrupção no país. É portanto necessário um inquérito urgente e conclusivo quanto à actuação do MP. Nada mais claro. O MP é um corpo de magistrados responsáveis. É preciso pô-los a responder, parece, mas o inquérito há-de esclarecer melhor as coisas.
De modo que o único bom serviço a prestar ao país seria uma boa transição. Com todos os sinais de uma transição: Inquéritos, livros negros, processos criminais públicos e urgentes em tribunais de jurados, inibições de direitos políticos em todos os casos de desempenho de funções públicas em situação de conflito de interesses e a garantia de que nenhum esforço se pedirá a ninguém sem a questão prévia da recuperação possível dos fundos sumidos na corrupção (com a premência que o caso exige). Já não é a história de “os ricos que paguem a crise”. É a exigência de reposições de verbas. E a de anulações de vantagens ilícitas como a do abuso de informação privilegiada, por exemplo. “O senhor presidente da república não pode ver a sua honra em causa em razão das acções da sociedade lusa de negócios”, dizia o Pinto de Albuquerque. Ai não? Pois a mim parece-me que toda a gente lhe deixará a honra que lhe reste, seja isso o que for, desde que a casa do Algarve vá à praça depressa. Devemos consentir-lhe uma defesa escrita, por princípio. Um processo devido. E uma audiência pública. Mas as coisas não podem ser longas, pela sua própria natureza. É neste ponto que estamos. Quanto a tudo. E quanto a todos.
Já passámos a fase das referências de conteúdo indeterminado. “Justiça”, “equilíbrio”, “sensibilidade”, “modulações”… Isso era antes de 15 de Setembro. A figura da ICAR quando vem dizer essas coisas é a de sempre. Está atrasada. Agora as coisas são muito mais cruas. Muito mais simples. E vão magoar na mesma proporção em que se semearam as dores. Em todos os quadrantes, desejavelmente. Basta não resolver alguma coisa num dos sectores, para que tudo regresse rapidamente demais ao ponto de partida.
E já ninguém suporta aquelas caras, aqueles léxicos, aquelas conveniências, com o “quero ajudá-lo/a” de todos os burlões e proxenetas, o “Sr. devia ter ido”, ou “ficado”, “dito” ou “calado”, “visto” ou “acreditado”, “previsto” ou “ignorado” de todos os funcionários, o “isso não se pode dizer”, o “não se pode generalizar”, os “limites da liberdade de expressão”, as revoadas condenações contra direito expresso por pretensas injúrias em face dos protestos legítimos (e as indemnizações a pagar neste domínio deixariam, em acção de regresso do Estado, muitos decisores em situações onde ninguém quereria encontrar-se). Sublinho quanto a este último aspecto que ninguém se lembrou de processar nenhum manifestante por “ injúria qualificada” contra o “senhor primeiro ministro”.
-“ Coelho ladrão teu lugar é na prisão”, diziam os manifestantes. -“A manifestação é um direito e correu ordeiramente”, respondem os da “ordem pública”. As duas coisas estão certas quanto à substancia, ao modo e ao tempo.
Aqui estão as devidas proporções a regressar. Há coisas que ficam imediatamente postas nos seus sítios. E se num exercício escolar se puser tudo à escala destas proporções, nada se aguenta de pé. É tão simples como isto. E diante disto há três posições da “governança”:
· A estupidamente suicidária, ao estilo “muitas coisas cairão comigo”;
· A suicidariamente estúpida, ao estilo “a experiência ensina que nunca acontece nada”;
· E a prudente que se traduziria em preparar a mudança com lealdade, para que a Justiça silenciar a violência (não serão as unidades anti-motim a fazê-lo).
Gente deseducada no faduncho, na Fátima e no futebol, crescida no revanchismo e na avidez, ou envilecida - ainda antes de crescer - no funcionalismo partidário, escolherá as duas primeiras posições. Esta gente reagirá na mais pura lógica do “hades ver”, porque, justamente, os estados de espírito enraízam-se. Esse é o (grande) problema. Mas não é suficientemente grande para impedir que se faça a – sempre concreta – Justiça.
Só os graus de destruição quedam por esclarecer, porque a Justiça destrói na proporção em que tiver sido destruída e o Direito abandona na medida em que tiver sido abandonado. Estas conclusões são velhas como a História conhecida.
Tudo o mais parecem detalhes.
(Embora haja alguns detalhes importantes)