segunda-feira, 30 de abril de 2012

Camarate 1980


PARA VEREM e LER

Carta de Farinha Simões:

                           http://pastebin.com/DFR398ZM



Os BILDERBERGS estão lá !!!

A veracidade da carta ???    NÃO POSSO OPINAR.

Mas ficaria grato a quem pudesse dar uma a sua opinião ou quiça alguêm que possa saber a VERDADE...

ESTÁ NAS TUAS MÃOS !

Reclamas do Sócrates? Do Victor Constâncio, do Passos Coelho? Do António José Seguro, do Cavaco Silva? Do Mário Soares, do Dias Loureiro? Do Armando Vara? Do Paulo Portas? Do Isaltino Morais? Do Duarte Lima, do Jorge Coelho, do João Jardim? Do Joe Berardo, do Ministério Publico? Da Ministra da Justiça? Dos Tribunais? Do Procurador-Geral da República, dos Autarcas do País? Do Teixeira dos Santos, do Vítor Gaspar? Da CGTP, da UGT? Da Maioria dos deputados no Parlamento? Da Comissão de Arbitragem, do Pinto da Costa, do Valentim Loureiro, ou de outro “canalha” qualquer?


O povo ingloriamente deu-lhe o seu voto !!!

AGORA, ou uma revolução ou...
temos que os aguentar !

ESTÁ NAS TUAS MÃOS !

Sempre esteve, mas TU é que lhe deste o poder para poderem
ser os bandalhos que são !



E agora o que pensas fazer ?

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Vítor Gaspar surpreendido com a realidade nacional

O ministro das Finanças admite que os níveis do desemprego estão mais elevados do que se previa, o que justifica razões para os portugueses estarem preocupados com a pouca capacidade de análise e de previsão dos «sábios» que nos governam.

É mais um Vítor a estranhar o aumento do desemprego!!! Mas afinal o que é que se esperava com a tremenda austeridade que os mais sérios pensadores do sector não se cansam de criticar e de dizer que esse caminho não leva á solução da crise, antes a agravam. É isso que está a confirmar-se.

Não se pode dizer que haja razão para surpresa. Como escrevi noutro post, a exagerada austeridade retirou o pouco poder de compra daqueles que não podem deixar de gastar em consumo tudo o que ganham (não têm para poupar e muito menos para investir em especulação financeira), e que, por isso, agora têm que consumir menos, donde resulta menor facturação nas empresas de comércio, obrigando muitas a fechar. Depois, na sequência da redução das vendas resulta a diminuição da produção que leva muitas indústrias, devido à falta de procura, a fechar ou, no mínimo, a despedir pessoal. De tudo isto resulta o aumento do desemprego. Onde está o espanto dos nossos Vítores?

Sim, há motivo para espanto: eles vivem completamente preocupados com modelos matemáticos teóricos e abstractos e alheios às realidades dos portugueses, como se conclui das suas exclamações de surpresa. E daqui sai outra conclusão: Não se pode esperar que os portugueses tenham confiança em quem os governa e possam alimentar fundamentada esperança no devir.

Imagem de arquivo

Vítor Constâncio a incapacidade dos economistas

Consta que o desemprego na Europa tem crescido de forma imprevista, chegando em Espanha ao valor recorde de 24,4 por cento e Vítor Constâncio, vice-governador do BCE, lamenta que ainda não se perceba a 100 por cento a razão para um tão rápido crescimento.

Perceber qualquer coisa a 100 por cento é praticamente impossível, pois os cientistas de vários ramos descobrem com frequência novas teorias que corrigem as anteriores, e continuam a investigar para se aproximar mais da verdade total. Na economia, a incapacidade de compreender tem sido muito notória, todos agora dizem que a crise era previsível há anos, mas nenhum a explicou ao ponto de serem aplicadas as necessárias medidas preventivas, nem, depois de ela ter eclodido, conseguiram minorar os efeitos e, agora, nem sequer conseguem compreender as razões dos factos reais.

Do muito que se tem escrito a tónica tem sido culpar a exagerada austeridade que retira o pouco poder de compra daqueles que não podem deixar de gastar em consumo tudo o que ganham, e que agora têm que consumir menos, donde resulta menor facturação nas empresas de comércio, obrigando muitas a fechar. Depois a redução das vendas provoca a redução da produção e muitas indústrias, à falta de procura fecham. De tudo isto resulta despedimentos e desemprego.

Para um leigo isto é claro, mas parece que para aqueles que dentro de gabinetes se entretêm com os «modelos matemáticos» a que se referiu a professora Maria da Conceição Tavares, não basta tal explicação e sua elaboração e precisam que chegue aos seus gabinetes de paredes opacas e ar condicionado 100 por cento de certezas sobre a realidade que teimam em desprezar.

Como compreender que não percebam as razões da sua incapacidade para interpretar as realidades? Aquela professora dá um lamiré.

Imagem de arquivo

terça-feira, 24 de abril de 2012

ABRIL ; algumas pessoas de bem

E os outros ;'(





Como é sabido, a Associação 25 de Abril que reclama para si a representação dos militares do MFA que, na madrugada do dia 25 de Abril de 1974, desencadearam um golpe de Estado que derrubou o regime salazarista/marcelista - mas que nunca se preocuparam em demolir por completo o Estado fascista - tem-se associado todos os anos às comemorações oficiais daquela data que têm lugar no parlamento e que, para além de contar com a presença dos partidos ali representados, são presididas pelo Presidente da República.
Este ano, a Associação 25 de Abril decidiu não estar presente nas celebrações oficiais da data, por considerar que a “linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime herdeiro do 25 de Abril, configurado na Constituição da República Portuguesa”.
Ainda que uma tal decisão aparentemente se proponha demarcar-se da política terrorista levada a cabo por este governo de traição nacional PSD/CDS, não pode contudo deixar de colocar-se a questão de saber se a linha políticaseguida e aplicada pelo odioso governo Sócrates, cujo partido, o PS, subscreveu sem reservas, juntamente com o PSD, o memorando da Tróica germano-imperialista, não reflectia nem reflecte ainda hoje o que a Associação 25 de Abril designa de “regime herdeiro do 25 de Abril”.
Isto, porque não se viram nem se ouviram os militares da Associação 25 de Abril denunciar que essa linha política tinha exactamente a mesma natureza da que tem vindo a ser posta em prática pelo governo Coelho/Portas.
O que, inevitavelmente, levará a interrogar-nos sobre a natureza do regime saído do 25 de Abril, uma vez que, não se considerando ter havido um novo golpe de Estado levado a cabo pelas forças de direita presentemente no governo, a aplicar a política do memorando com o PS, também não se sabe como poderiam os militares de Abril concluir que este governo saído de eleições não surgiu no âmbito do regime herdeiro do 25 de Abril.
A questão que é, pois, escamoteada com este acto pretensamente revolucionário é que tem de ser precisamente atribuído ao regime do 25 de Abril surgido com o golpe do MFA – que se opôs ao movimento revolucionário desencadeado no seu seguimento – a responsabilidade da linha política dos anteriores e do actual governo.
Para além de que temos um partido, o PS, que continua a jurar todos os dias pela boca do seu secretário-geral José Seguro, que honrará os seus compromissos de cumprir escrupulosamente o memorando da Tróica, o qual memorando representa o substrato essencial da linha política do actual governo que, segundo a Associação 25 de Abril, deixou de reflectir o regime herdeiro do 25 de Abril.
E, como já nada continua a espantar no PS – tal como não nos cansamos nem cansaremos de denunciar -, temos mais uma vez Mário Soares, agora acompanhado de Manuel Alegre, a solidarizar-se com esta posição dos militares de Abril (não se confunda com os soldados e marinheiros que se colocaram ao lado do povo para transformar o golpe num movimento revolucionário), sem contudo se terem demarcado da linha política dos anteriores e actuais herdeiros do seu partido.
Tudo isto se diz para deixar claro que a luta pelo derrube deste governo e a constituição de um novo governo democrático patriótico, não só não é possível, como é óbvio, com novos golpes como o de 25 de Abril de 1974, como tem necessariamente de passar pelo isolamento dos oportunistas que são comparsas dos partidos do poder na política de traição nacional corporizada no memorando da Tróica e que, simultaneamente, tentam surgir como alternativa de poder.


NÃO NOS PODEMOS CALAR !!!
 


VIVA O GRANDE HOMEM SALGUEIRO MAIA !

sexta-feira, 20 de abril de 2012

CORRUPTOS & PODRES

PARA ESTES BANDALHOS QUE DESGOVERNAM
O PLANETA NÃO TENHO PALAVRAS


TEMOS QUE AGIR
ESTE SISTEMA ESTÁ PODRE
ACABEMOS COM ESTA PODRIDÃO

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Causalidade e Rã Surda

Transcrição de artigo do Público, seguida de NOTA:

  "Nos países desenvolvidos"
Publicado no Jornal de Notícias de 19-04-2012, às 00.00. Por Manuel António Pina

É conhecida a anedota da singular noção de causalidade daquele investigador que cortou as patas a uma rã e lhe disse: "Salta!"; e que, como a rã não saltasse, concluiu que, quando se cortam as patas às rãs, elas deixam de ouvir.  


Ocorreu-me essa história ao saber do estudo que sustenta mais uma nova redução das indemnizações por despedimento que o ministro Álvaro (quem haveria de ser?) anunciou que levará à Concertação Social, estudo que conclui que... nos países desenvolvidos indemnizar trabalhadores despedidos não é obrigatório. Assim, acabam-se com as indemnizações por despedimento e, zás!, passamos a "país desenvolvido". E poder-se-ia ainda aumentar também os salários para os níveis praticados nos países desenvolvidos e então é que ficaríamos tão desenvolvidos, ou mais, que os países desenvolvidos. A ideia, no entanto, não ocorreu ao ministro Álvaro, como não lhe ocorreu a ideia de se demitir, pois nos países desenvolvidos ninguém salta da blogosfera para ministro... 


A mesma provinciana lógica causal foi recentemente invocada pelo secretário de Estado da Saúde para justificar uma nova cruzada antitabagista: nos países desenvolvidos - mais um esforço, portugueses, se quereis ser nova-iorquinos! - é proibido fumar na rua, no automóvel, na própria casa de cada um. 


E,  já agora, por que não restaurar também a pena de morte, seguindo esse exemplo extremo de país desenvolvido que são os Estados Unidos?  

NOTA: Infelizmente, a «pressa» dos governantes leva-os, frequentemente, a conclusões inconsistentes acerca da essência dos problemas esquecendo que «não se deve tomar a nuvem por Juno». As soluções eficazes não podem reduzir-se a colocar em peça velha remendos vistosos mas inadequados.

Sobre o mesmo ministro sugere-se a leitura do artigo de opinião de Fernando Santos com o título Álvaro e o canto de sereia (basta fazer clic). Tem estilo diferente e aborda aspectos de grande fantasia.

Imagem de arquivo

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Crescimento para interesse de todos

Por vezes, o maior interesse de uma notícia não está apenas no seu conteúdo, mas principalmente nas ideias que o seu título sugere. É o caso de Carlos Costa: "A Europa precisa de um centro que pense o crescimento em função dos interesses de todos". Isto deve aplicar-se não apenas a nível Europeu, mas dentro de cada Estado, de cada empresa ou colectividade. Com efeito, o objectivo de melhorar a «justiça social», reduzindo o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, atinge-se através de educação que conduza a que todos possam contribuir para o enriquecimento nacional, com o seu trabalho e a correcta gestão dos seus recursos, sejam muitos ou poucos.

Portugal, precisa crescer, estimulando universidades, empresas e pessoas a inovar, para daí saírem empresas a oferecer emprego aos mais jovens e permitir a mobilidade de trabalho dos mais experientes. Há que saber explorar as oportunidades da inovação dimensionando a oferta em relação à procura e estimulando esta para aproveitar a nova oferta, sempre com o fito de melhorar o bem comum.

Imagem do Jornal de Negócios

domingo, 15 de abril de 2012

Autoritarismo abomina liberdade e livre-arbítrio

Transcrição de artigo seguida de NOTA:

Saúde "manu militari"
Publicado por Manuel António Pina, no Jornal de Notícias, em 2012-04-12,

Quatro anos depois, o dr. Francisco George, eterno director-geral de Saúde, está a convocar as tropas higieno-fascistas para a 2ª Cruzada Antitabagista, desta vez mobilizando também as brigadas anti-álcool (as próximas cruzadas já contarão com as brigadas anti-sal, anti-açúcar, anti-gorduras polinsaturadas, anticafeína, etc.), tudo sob o comando de um até aqui anónimo secretário de Estado da Saúde.

Parece que um estudo encomendado pela Direcção-Geral terá concluído que um em cada quatro portugueses morre prematuramente, "em parte devido ao tabaco" (a parte de mortes devidas à miséria, ao desemprego ou à fome não vem nas estatísticas do dr. George). Era do que secretário de Estado e director-geral precisavam para se sentirem no direito de se intrometer nas decisões pessoais, na vida, na casa, e até nos automóveis alheios.

Restaurantes e bares dirão adeus aos investimentos feitos e deixarão de poder ter espaços reservados a fumadores; até à porta será proibido fumar (e quem for a passar?, terá que mudar de rua?); serão proibidas máquinas de venda automática de tabaco (não há máquinas de venda de "cavalo" ou de "branca" e nem por isso é difícil obtê-los...); proibir-se-á fumar dentro de carros com crianças (haverá um inspector da ASAE dentro de cada carro?); quanto ao álcool, nem uma "mini" poderá ser vendida em bombas de gasolina ou após a meia-noite.
A estrela amarela ao peito ficará para mais tarde.


NOTA: As atitudes ditatoriais surgem sempre de cabeças incapazes de liderar um povo, com respeito pelas liberdades e pelo livre-arbítrio de cada um, recorrem ao policiamento por não saberem usar um bom sistema de ensino e de difusão de informação positiva. O convencimento exige saber e capacidade de utilizar os melhores argumentos para suscitar os comportamentos mais benéficos a cada um e à colectividade. Na ausência de tais competências surge a mão de ferro, o «quero, posso e mando» e são vomitadas «leis» sem viabilidade. Se ninguém os travar criarão a brigada anti-suicídio, com a finalidade de evitar que os mais decididos resolvam acabar com a vida, rapidamente, antes que a miséria fruto da austeridade e da má condução da sociedade, os elimine lentamente com sofrimento continuado. Mas tal sadismo não será de estranhar.

Imagem do Google

sábado, 14 de abril de 2012

Cadilhe evidencia civismo e sentido de Estado

Notícia do Expresso diz que Cadilhe defende imposto extraordinário sobre a riqueza, colocando-se no mesmo nível moral de milionários americanos e franceses que foram objecto de notícias:

- Super-ricos franceses querem pagar mais impostos
- Quarenta milionários americanos vão doar parte da sua fortuna
- "Parem de acarinhar os super-ricos", pede o milionário Warren Buffett

Mas os governantes, com o seu instinto canino de submissão aos poderosos da finança e da economia, não ousaram seguir tais conselhos e aproveitar a deixa que estes ricaços lhes forneceram.

Agora, Cadilhe, com ousadia, civismo e sentido de Estado, refere alguns pontos ligeiramente positivos do combate à crise, no nosso País, e sublinha aspectos preocupantes ao ponto de recear uma «explosão social» devido à degradação da «situação financeira do sector privado». E cita a "diminuta tomada de medidas estruturais" ao nível do corte das despesas públicas e reformas de fundo", a omissão de um plano estruturante contra o défice externo; o desemprego, "que as vistas da troika não alcançam” e a "fraqueza da justiça social".

Diz que «a situação social ainda resiste, "mas ameaça abrir brechas cuja iminência é difícil de avaliar". A escalada do desemprego "vai prosseguir". A equidade e a justiça social "estão subalternizadas".»

E perante as realidades que refere, tem a coragem e a frontalidade de seguir as posições dos milionários atrás citados e «insiste na recomendação de um "imposto one shot" sobre a riqueza "cuja receita seria aplicada na totalidade à amortização de divida publica". A tributação poderia funcionar, além do mais, "como um contrapeso social".»

Disto se conclui que Portugal precisa de mais pessoas a pensar livremente e com saber e bom senso. Este está no oposto ao maior rico de Portugal que diz não passar de um trabalhador, mas, na realidade, ele, apesar de milionário, paga de imposto menor percentagem do seu imenso rendimento do que um trabalhador paga de IRS, se tiver um salário de apenas
3000 €.

Imagem de arquivo

quinta-feira, 12 de abril de 2012

NÃO ÀS MEDIDAS IMPOSTAS PELA BANCA !

Como dar a volta à retoma das casas,
por falta de pagamento ao teu banco.


Se estiveres em perigo de perder o teu apartamento/casa por não poder pagar a hipoteca, existe AINDA uma solução completamente legal:
Fazer um contrato de aluguer do apartamento/casa a um membro da família/amigo (que não conste na hipoteca) por um preço simbólico, durante 100 anos e registar o contrato no Registo Predial.
O banco pode ficar com a casa, mas não pode desalojar o inquilino devido a este contrato e tu pagas a esse teu membro da família/amigo o que está no contrato o aluguer. E vives lá !

Neste momento AINDA É TOTALMENTE LEGAL.

E eu sou incondicionalmente contra banqueiros, e por conseguinte incondicionalmente a favor de qualquer atitude que possa travar esses agiotas .

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Jovens que querem crescer e mudar o mundo

Várias vezes aqui se referiu que a esperança de mudanças para um mundo melhor reside nos jovens e, agora, sentimos o prazer de ver que o Jornal de Notícias traz um sinal de jovens que querem crescer e dizem




Foto de Miguel Gonçalves


Deve ser lido e divulgado.

A iniciativa merece todo o apoio.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Verdade e transparência ???!!!

Acerca da data da normalização dos subsídios de férias e de Natal, os governantes que usam e abusam do verbo «garantir», não treinaram as informações que pretendiam difundir e, com poucas horas de intervalo, houve discordância entre as afirmações de Gaspar e as de Passos.

Mas daquilo que Passos disse ficou «transparente» a sua intenção de mistificar a distribuição dos subsídios nos salários e pensões mensais e no aumento destes valores para fazer face à inflação. Isso ficou claro nas imediatas reacções de António José Seguro, de Heloísa Apolónio, de Jerónimo de Sousa e de João Semedo, por ordem alfabética.

Já que os governantes gostam de falar e de se guiar pelos números, esquecendo muitas vezes as pessoas, vejamos o que os números dizem: A distribuição mensal dos subsídios juntando-os ao salário ou pensão resulta, só por si, em estes virem acrescidos de 16,67%, isto é, mesmo sem aumento de salário, este se fosse de 100,00 passaria a ser 116,67. Para haver um aumento de salário de 3,33%, o que não seria muito para quem tem vindo a perder poder de compra com vários anos de austeridade, o Governo em ano de eleições poderá deixar-se cair na tentação de fazer propaganda de que venceu a crise e consegue aumentar de 20% os salários e as pensões!!!

Estejamos atentos que até 16,67% não é aumento, mas apenas o duodécimo dos nossos subsídios!!!. Esta é a transparência da aritmética, é a verdade das contas, não é, Sr ministro das Finanças e Sr Primeiro-minstro? Usar estes números como aumento de salário será esperteza saloia ou falsidade.

Imagem de arquivo

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Função pública

Depois serão os outros...


Professores dos quadros em risco


«O Ministério da Educação e Ciência (MEC) não sabe o que fazer aos professores do quadro que ficarão sem horário graças à revisão curricular». É esta a certeza com que saiu do encontro com o MEC José Alberto Rodrigues, da Associação de Professores de Educação Visual e Tecnológica (APEVT) – uma das áreas curriculares que mais horas vão perder com o novo currículo.
«O Ministério quer ideias para o que fazer com estes docentes», acrescenta José Alberto Rodrigues, que estima que três mil professores de EVT dos quadros deixarão de ter turmas para leccionar, com o fim do par pedagógico (aulas dadas por dois professores) e a passagem de Educação Tecnológica (ET) – que até aqui era obrigatória no 3.º Ciclo – a oferta de escola opcional.
Esta mudança vai, aliás, ter consequências na disciplina de Educação Musical no 3.º Ciclo. «Com a passagem a oferta de escola de ET, é natural que as escolas deixem cair a oferta de Música neste ciclo», comenta Manuela Encarnação da Associação de Professores de Educação Musical (APEM).
Esta associação não tem números sobre quantos docentes dos quadros podem ficar sem horários graças a estas mudanças, mas as contas da Federação Nacional de Professores (Fenprof) apontam para um valor global de cerca de dez mil professores – de várias áreas – que deixam de ter o que fazer nas escolas.
«É trágico para muitos professores que vão perder o emprego», afirma Manuela Encarnação, enquanto José Alberto Rodrigues conta que no Facebook da APEVT se têm acumulado relatos de «indignação e desânimo» de docentes que não sabem o que o futuro lhes reserva.
Contactado pelo SOL, o gabinete do ministro Nuno Crato não avança números de professores que podem ficar sem horários, explicando que «qualquer estimativa só poderá ser feita após a constituição de turmas pelos estabelecimentos de ensino». E também não revela qual a poupança que pode ser alcançada com estas medidas, apesar de ter sido traçado o objectivo orçamental de cortar cerca de 100 milhões de euros em custos com pessoal.
A mesma fonte sublinha que «a revisão da estrutura curricular não põe em causa os lugares dos docentes do quadro» e adianta que, «quanto aos restantes, estão a ser equacionadas alternativas».
Uma das ideias que saiu da reunião, esta quarta-feira, entre a APEVT e o secretário de Estado do Ensino, João Casanova, passa por pôr docentes das áreas de Expressão (como EVT e Música) a dar apoio a actividades do 1.º Ciclo. José Alberto Rodrigues diz, porém, que «não é claro em que moldes vão operacionalizar» esta ideia e que não está sequer definida «uma grelha específica com horas a atribuir».

Estudo na componente não lectiva

Certo é que o anunciado Apoio ao Estudo – que será opcional para os alunos – não dará mais horas de aulas aos docentes do quadro, uma vez que, como avançou ao SOL fonte oficial do MEC, este «deverá ser integrado na componente não lectiva de trabalho dos professores».




Subsídios de férias e de Natal só
vão ser repostos a partir de 2015



Corte não termina no fim de 2013 e vai durar mais um ano. Em entrevista à Renascença, Pedro Passos Coelho diz ainda que a reposição dos 13º e 14º meses vai ser feita de forma gradual. Primeiro-ministro defende também a redistribuição dos subsídios por 12 salários e refere que o programa de ajuda externa dura até 2014.
Os subsídios de férias e de Natal dos funcionários públicos só começam a ser repostos a partir de 2015, um ano mais tarde que o anunciado até aqui. Em entrevista à Renascença, o primeiro-ministro avança ainda que a reposição dos 13º e 14º meses não vai abranger logo de imediato todos os funcionários públicos, já que vai ser feita de forma gradual.
“Às vezes, parece que gostamos de arranjar sarna para nos coçar”, começa por dizer Pedro Passos Coelho a propósito deste assunto. O primeiro-ministro acabou por assumir que não haverá condições para a reposição automática de ambas as prestações.
Em entrevista à Renascença, Passos Coelho admite mesmo que a diluição dos subsídios por 12 meses é uma possibilidade na qual vê vantagens. Ou seja, todos os trabalhadores – público e privados – podem passar a receber 12 salários e não 14, sendo o valor dos 14 redistribuído pelos 12. OU SEJA FICAM SÓ COM OS 12 ACTUAIS.
O primeiro-ministro diz ainda que o país não tem condições para reforçar os apoios sociais. “Não há dinheiro para isso”, afirma. Quanto a diminuição de gastos que possam resultar da renegociação das parcerias público-privadas, espera que venha a conseguir poupar, mas refere que esse dinheiro será usado para “aliviar a pressão” sobre os futuros orçamentos.
O chefe do Governo reafirma que não vai rever a estimativa de desemprego para este ano, porque acredita que o segundo semestre “vai correr melhor” e, em 2013, considera que vai haver recuperação económica que permita a Portugal regressar aos mercados.
Em princípio, será a Irlanda a regressar "primeiro aos mercados" e Passos admite serem necessárias “pontes” que ajudem ambos os países nesse regresso. Ainda assim, acrescenta que não foi do Governo que partiu qualquer pedido ou informação nesse sentido.

Depois serão os outros do privado...




O POVO JÁ TEM FOME

TERÁ DE ROUBAR PARA PAGAR PARA PAGAR A ESTES VIGARISTAS ???

Oh amigos não é melhor vender o País ?

Ok só uma pequena parte pois os Grupos Económicos já são os donos !

O MSE (Movimento Sem Emprego)



Campanha de financiamento do MSE


NIB: 0035 0817 0000 3990 5004 2

O MSE (Movimento Sem Emprego) é um grupo de trabalhadores que alterna a sua condição entre o desemprego, o sub-emprego ou a precariedade, e estamos empenhados na criação de um movimento para o combate político e para a defesa dos nossos direitos.

Porque somos independentes de qualquer estrutura sindical ou partidária e suportamos as nossas actividades sobretudo do dinheiro que conseguimos reunir nos plenários, escolhemos o auto-financiamento como forma de angariação de fundos, que usaremos para as actividades do MSE, nomeadamente na produção de panfletos que ajudem à divulgação dos plenários e acções de luta que se venham a desenvolver.

Por isso mesmo abrimos uma conta, da qual prestaremos contas a cada três meses, para a mailing list do MSE. Lá constará todas as entradas, oriundas dos plenários e de eventuais doações, bem como o destino das verbas recolhidas.

Assim, convidamos todas as pessoas, na proporção das suas possibilidades, a ajudar a financiar o MSE.

NIB: 0035 0817 0000 3990 5004 2

Cada euro anagariado será aplicado na luta contra o desemprego!

Unidos pelo Direito ao Trabalho e à Dignidade!







Hoje 2012/04/04 faz 20 anos que partiu um GRANDE HOMEM

A ELE deixo aqui a minha GRANDE gratidão e HOMENAGEM

Triste do País em que os seus DESgovernantes, deportam um HOMEM como Salgueiro Maia para as Ilhas e o abandona na sua malograda doença!

E este País, que ELE e UM CONJUNTO DE VERDADEIROS HOMENS, quiseram fazer dele um País Democrático, está entregue a corruptos e a verdadeiros sanguessugas do povo.

INACREDITÁVEL ! ! ! EXEQUERÁVEL !!! TEMOS VENDILHÕES DO TEMPLO
=>

A CORJA INSTALADA
uma vez uns outra vez outros; só mudam as cores !!! 
 
DESCANSA EM PAZ
1944/07/01 * 1992/04/04
 OS VERDADEIROS HOMENS e MULHERES
JAMAIS SE ESQUECERAM DE TI !

terça-feira, 3 de abril de 2012

Marcelo bate com o martelo nos dedos !!!

Li há tempos que as conversas têm três níveis, o dos conceitos e ideias, o dos factos e o das pessoas, mexericos ou intriguices. Marcelo Rebelo de Sousa, desceu do seu pedestal de catedrático para ser populista e tem deitado mão a temas do nível mais baixo, acabando por vezes a dar tiros no pé ou em vez de bater com o martelo no prego bate nos dedos.

Já há tempos, para defender o amigo Cavaco, enterrou-o afirmando que ele disse algo que não queria dizer, o mesmo que lhe chamar orate. Agora alinha em estilo já usado por José Lello em sentido contrário aos conselhos sensatos de António Costa que diz que políticos devem concentrar-se nos problemas do país e não em questões partidárias, e acusa Seguro de ter dado “golpaça” no PS.

Se com isto queria lesar Seguro ou o PS, obteve resultado contrário como quando quis defender o seu amigo Cavaco e, em vez de desfazer o PS como parecia pretender, acabou por o unir e não tardaram as reações de vários sectores do partido:
- Líderes distritais criticam Marcelo, Miguel Freitas defende saída do Conselho de Estado
- PS acusa Marcelo de faltar à verdade três vezes
- António Galamba acusa Marcelo de mentir
- Zorrinho fala em “ataque de carácter” a Seguro e o próprio António José Seguro falou de forma bem clara:
- Seguro acusa Marcelo de “ataque vil e miserável”

Foi realmente uma táctica errada. E a única coisa que, de momento, parece ser aconselhável ao professor doutor é que deve passar a pensar antes de falar e procurar expor ideias com sentido de Estado que criem nos portugueses esperança e confiança e os estimulem a unir esforços para tirar Portugal da crise em que foi metido por inabilidade dos políticos mexeriqueiros.

Imagem do PÚBLICO

DEUS / DIVINO

Without DIVINE the existence of the universe is impossible

Sem o DIVINO a existência do universo é impossível




SENTE-O em TI; no teu SER INTERIOR !
Quem tem ouvidos => QUE OUÇA !



Quem tem olhos => QUE VEJA !



E… sobretudo => QUE SINTA !!!







 







 
Namasté !